METAS QUE EU MESMO CRIEI
De volta na vida profissional e feliz que a dança retornou nas minhas articulações novamente como protagonista, agraciado na criação desta página com objetivos de sistematizar as experiências sociais para posteriormente analisar os resultados. Sempre soube que seria capaz alguns anos atrás quando me abrir e permitir deixar o tal chamado navegar, renovar as células sanguíneas com mais certeza da correria que resulta no fim do dia um sono leve, preenchido.
Mesmo que nessa faze esteja muito mais em meu ateliê/estúdio rodeado de 6 pets. Marley & Malu (cachorros) Galego, Maristela, Mógle e Aldonza (gatos) dizem que eles são peças fundamentais para o estímulo criativo, são mais que isso. Aprendo diariamente, inclusive com o acontecimento de hoje fim de tarde com o desaparecimento de Luna Brasileiro cadela de uma prima. Tomei conhecimento após minha vizinha vip chegar desesperada aqui no buraco do tatú onde tenho casa operacional para o melhor funcionamento da Ong. Raça "pinscher" bastante desejada pelas pessoas, tive a certeza dessa visão após ter vários passeios com Luninha querida, nos deu um baita susto.
Por outro lado, novas perspectivas, aprendizados pós surto que foi administrado pela fé e tamanho carinho com a novata Brasileiro que já chegou mostrando muito interesse em explorar Ibura de Cima, vontade de caminhada e disposição para passeio. Que divertido, venho participando da assistência de um tratamento com suspeita de doença do carrapato, no quesito que tenho gostado de evidenciar artista multidisciplinar, são várias profissões e habilidades que vão me moldando, otimizando através do amor no geral em que me responsabilizo caso passado vem as reflexões e sempre aprendo bastante com esses desafios relâmpagos, é tipo apagão que inclusive aconteceu na região da comunidade central Ur4, ontem.
As prevenções aumentam e o meu carinho para além do mercado Pet só aumenta, de fato é muita responsabilidade, pelas minhas experiências afirmo que as raças menores precisam de ainda mais atenção aos mínimos detalhes, principalmente comportamental também como parte da saúde dos pets. Para finalizar uma quarta -feira de grande demanda, digamos que um formato de mapeamento. Entendendo nessas emergências, assim como iniciei o dia tomando café da manhã com a trans Aryane Barbosa, onde tenho acompanhamento alguns anos. Devido à tantas injustiças e ataques voluntários confesso que é o caso em que tenho colaboração considerado grave; desde os direitos básicos, insegurança na própria casa e abandono familiar pós falecimento de seus pais.
Trazendo uma narrativa tendo ela em vida, podendo andar e levá-la para sentir o sol, socializar e tirar um pouco da realidade que vive, simples atitudes como estímulo de uma visita na casa de um outro amigo nosso Flávio, tivemos um dia de visão analítica sobre cuidado enquanto corpo atrelado ao mesmo canal, formado por peças fundamentais para essa e as próximas gerações, alimentamos arte nua e crua na rua. Poesia de hoje unida a felicidade de rever pessoas que encontrei e falei desse programa repleto de projetos atemporais anos atrás, ainda quando meus avós estavam nesse plano, também pude me alegrar com o olhar atento de várias pessoas que dedicaram um pouco de tempo para procurar a cachorra de Fabiane ou a comunicação do olhar vigilante de algumas para dizer por onde viram ela passar. Após missão cumprida seguir para Ur1 tive conversa aleatória, entreguei panfleto a uma líder comunitária que mora na mediação de uma das quadras principais que pretendo ensaiar (reside desde 2002), inclusive essa praça é uma das obras realizadas mais recentes, com piso adequado para uma boa desenvoltura para atividades artes cênicas. A moradora estava com uma mangueira regando plantas e gramas que contornam essa praça bastante usada, sem um organizador específico, é na base do relacionamento entre moradores e usuários que moram nas proximidades.
"Que a comunidade possa ter acesso ao fenômeno que se recupera de várias guerras e crises existências, transformando vulnerabilidade em potências sustentáveis, por um novo tempo na construção de favelas robustas , movimentos integrados antes da solidariedade que tivemos atuação maior durante a pandemia"
Mesmo que nessa faze esteja muito mais em meu ateliê/estúdio rodeado de 6 pets. Marley & Malu (cachorros) Galego, Maristela, Mógle e Aldonza (gatos) dizem que eles são peças fundamentais para o estímulo criativo, são mais que isso. Aprendo diariamente, inclusive com o acontecimento de hoje fim de tarde com o desaparecimento de Luna Brasileiro cadela de uma prima. Tomei conhecimento após minha vizinha vip chegar desesperada aqui no buraco do tatú onde tenho casa operacional para o melhor funcionamento da Ong. Raça "pinscher" bastante desejada pelas pessoas, tive a certeza dessa visão após ter vários passeios com Luninha querida, nos deu um baita susto.
Por outro lado, novas perspectivas, aprendizados pós surto que foi administrado pela fé e tamanho carinho com a novata Brasileiro que já chegou mostrando muito interesse em explorar Ibura de Cima, vontade de caminhada e disposição para passeio. Que divertido, venho participando da assistência de um tratamento com suspeita de doença do carrapato, no quesito que tenho gostado de evidenciar artista multidisciplinar, são várias profissões e habilidades que vão me moldando, otimizando através do amor no geral em que me responsabilizo caso passado vem as reflexões e sempre aprendo bastante com esses desafios relâmpagos, é tipo apagão que inclusive aconteceu na região da comunidade central Ur4, ontem.
As prevenções aumentam e o meu carinho para além do mercado Pet só aumenta, de fato é muita responsabilidade, pelas minhas experiências afirmo que as raças menores precisam de ainda mais atenção aos mínimos detalhes, principalmente comportamental também como parte da saúde dos pets. Para finalizar uma quarta -feira de grande demanda, digamos que um formato de mapeamento. Entendendo nessas emergências, assim como iniciei o dia tomando café da manhã com a trans Aryane Barbosa, onde tenho acompanhamento alguns anos. Devido à tantas injustiças e ataques voluntários confesso que é o caso em que tenho colaboração considerado grave; desde os direitos básicos, insegurança na própria casa e abandono familiar pós falecimento de seus pais.
Trazendo uma narrativa tendo ela em vida, podendo andar e levá-la para sentir o sol, socializar e tirar um pouco da realidade que vive, simples atitudes como estímulo de uma visita na casa de um outro amigo nosso Flávio, tivemos um dia de visão analítica sobre cuidado enquanto corpo atrelado ao mesmo canal, formado por peças fundamentais para essa e as próximas gerações, alimentamos arte nua e crua na rua. Poesia de hoje unida a felicidade de rever pessoas que encontrei e falei desse programa repleto de projetos atemporais anos atrás, ainda quando meus avós estavam nesse plano, também pude me alegrar com o olhar atento de várias pessoas que dedicaram um pouco de tempo para procurar a cachorra de Fabiane ou a comunicação do olhar vigilante de algumas para dizer por onde viram ela passar. Após missão cumprida seguir para Ur1 tive conversa aleatória, entreguei panfleto a uma líder comunitária que mora na mediação de uma das quadras principais que pretendo ensaiar (reside desde 2002), inclusive essa praça é uma das obras realizadas mais recentes, com piso adequado para uma boa desenvoltura para atividades artes cênicas. A moradora estava com uma mangueira regando plantas e gramas que contornam essa praça bastante usada, sem um organizador específico, é na base do relacionamento entre moradores e usuários que moram nas proximidades.
"Que a comunidade possa ter acesso ao fenômeno que se recupera de várias guerras e crises existências, transformando vulnerabilidade em potências sustentáveis, por um novo tempo na construção de favelas robustas , movimentos integrados antes da solidariedade que tivemos atuação maior durante a pandemia"
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